Um comunicado do conselho de administração da TAP dá conta que a transportadora aérea nacional tem intenção de manter “um processo de diálogo com todas as regiões portuguesas”, sendo por isso de aguardar que relativamente à Madeira também deverão existir negociações de readaptação da retoma dos voos para uma linha onde a TAP tem uma importância relevante e da sua eficácia depende o sucesso do turismo e do serviço público prestado.
Esta posição da TAP surge num contexto em que a companhia reuniu com várias entidades representativas do Porto e do Norte de Portugal, às quais afirma agradecer “os contributos, com o objetivo de identificar oportunidades que levem a um crescimento da sua operação no Aeroporto Francisco Sá Carneiro”.
A TAP diz-se “empenhada em recuperar tão rapidamente quanto possível, e de forma sustentável, a proporcionalidade da sua oferta no aeroporto Francisco Sá Carneiro, no conjunto da sua operação, relativamente ao período pré COVID-19.
A TAP “irá continuar este processo de diálogo com todas as regiões portuguesas”.
Relativamente à Madeira, recorde-se que a TAP tem vindo a registar uma oferta que tem custos acessíveis para julho e agosto, pelo menos para já e para Lisboa, sendo que Lisboa-Porto Santo apresenta preços quase proibitivos, como o Funchal Notícias deu conta apresentando viagens, ida e volta, a 477 euros, o que para uma família padrão de quatro pessoas torna-se quase incomportável.
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