
Representantes do grupo informal “TaxisRam” serão ouvidos pela Assembleia Regional, em sede de comissão parlamentar que avalia a chamada “Lei Uber”, cujos contornos têm sido contestados por aquela organização que congrega profissionais de táxi da Região, descontentes com aquilo que consideram ser a falta de sensibilidade que pode colocar em causa a vida dos 800 motoristas da Região e respetivas famílias.
Paulo Pereira, representante do grupo, confirma que na sequência de uma carta enviada ao presidente da Assembleia, esta já demonstrou, por unanimidade, a intenção de integrar uma representação deste movimento “TaxisRAM” no conjunto das audições parlamentares que irão decorrer neste âmbito.
Recorde-se que o grupo defende uma regulamentação adequada para a vinda para a Região de serviço de táxi em carros descaraterizados, tendo em conta o mercado madeirense e a necessidade de salvaguardar a sobrevivência dos profissionais de táxi.
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