


A segunda fase do desconfimamento teve início na passada segunda-feira, com o fim do teletrabalho na Função Pública e com a reabertura de restaurantes, cafés e bares, que assim se juntam às atividades que aos poucos foram reabrindo as portas, entre a esperança no regresso e no futuro e o medo da incerteza que o passado transportou e que o presente ainda não erradicou face à presença do vírus.
O movimento na cidade já é outro, mas a verdade é que muitos dos restaurantes ainda não reabriram, afluência de pessoas ao centro não é nem metade do que era. E o Mercado dos Lavradores, que outrora centralizava atenções, também pelo Turismo, mas muito pelos locais, não está, nem de perto nem de longe, com a atividade que todos esperam venha a ter o mais rápido possível. A começar pela Cica, que não reabriu ainda, deixando, bem como os restantes espaços de restauração próximos.
Dentro do Mercado, são poucas as bancas reabertas, dando uma imagem desoladora de um espaço nobre da cidade à espera de melhores dias. Um regresso muito gradual, sendo que no piso superior apenas um dos lados está operacional para venda de fruta e legumes, bem como uma das esplanadas, que reabriu no terraço. O resto, a maioria, fechado.
Sexta-feira, dia de Mercado, pode ser que a situação ganhe alguma dimensão, mais próxima da realidade do antes Covid-19. O regresso dá-se a “conta-gotas”, como diz o povo, também ele receoso de entrar de “caras” naquela cidade que conhecemos e que certamente todos queremos de volta o mais rápido possível.
A retoma do Turismo é importante e o Mercado também se ressente disso. O setor desespera, embora esta seja uma atividade que não depende apenas das condições internas, mas sim e muito das condições externas
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