Funchal ainda a viver o “pesadelo” regista um “acordar” difícil; veja as imagens da nova fase do desconfinamento

Os primeiros cafés do “novo normal”. Foto Rui Marote
Loja do Cidadão com enchente e londe do distanciamento necessário. Foto Rui Marote
Loja do Cidadão. Foto Rui Marote
Fila enorme, também, na Loja do Munícipe, no Funchal. Foto Rui Marote
Loja do Munícipe.
Proteção quanto baste em algumas circunstâncias. Foto Rui Marote
Café do Teatro reabriu. Foto Rui Marote
Na Rua Dr. Fernão de Ornelas, as esplanadas reabriram na totalidade.

O Funchal recomeçou hoje a vida, mas uma “vida nova” com a reabertura de uma segunda fase de serviços, sendo que os restaurantes, cafés e similares trouxeram um regresso a uma vivência ausente há cerca de dois meses. O desconfinamento dá-se, muito gradualmente, há cafés que ainda não abriram as portas, como exemplos do histórico Apolo ou o Golden Gate e alguns outros que neste primeiro dia optaram por manter o serviço fechado.

Na emblemática Rua Dr. Fernão de Ornelas, as esplanadas reabriram na sua quase totalidade, com distanciamento possível entre as mesas, mas ainda assim, andam próximo do respeito total, notando-se uma afluência muito receosa em função do mal superior que é a possibilidade de infeção pelo coronavírus, além de que a circulação de pessoas, em termos de proteção, anda pelo intermitente, umas usam máscara, outras nem por isso, há até os que falam com a normalidade de sempre e sem os cuidados que os novos tempos exigem, os tempos de outra normalidade à qual a população ainda está a ambientar-se.

Nos serviços públicos, filas intermináveis na Loja do Cidadão, na Loja do Munícipe, nas Finanças, com proteção visível mas com distanciamento muito discutível, uma vez que o número de pessoas é elevado e o tal distanciamento de 1,5 a 2 metros é quase impossível de cumprir como pudemos constatar, uma realidade que será agravada com os próximos dias de maior movimento de pessoas que aguardaram meses para resolver várias situações relacionadas com aqueles e com outros serviços.

Um regresso ainda a “medo”.

Fila igualmente grande no IASAÚDE. Foto Rui Marote
Afluência elevadas na Caixa Geral de Depósitos. Foto Rui Marote

As desinfeções continuam.

A verdade é que o Funchal já parece “outro”, mas é evidente que muito diferente daquela cidade de turismo e de grande movimentação diária que conhecemos. Os primeiros passos da nova “era” estão a ser dados, mas sabe-se que muitos dos cafés e restaurantes pensam duas vezes antes de rebrir as portas, uma vez que os custos de reabertura, em função da incógnita das receitas, será porventura uma razão forte para este compasso de espera, preferem aguardar pelos apoios e pela concretização das condições de segurança exigidas para uma situação desta natureza.


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