O secretário regional de Saúde e Protecção Civil, Pedro Ramos confirmou hoje que mesmo os profissionais de saúde que “optaram” pelos serviços privados, convencionados, sociais ao abrigo da limitação de mobilidade irão receber os salários do sector público.
O que irá acontecer é que esses profissionais (médicos, enfermeiros e outros técnicos de saúde) irão receber menos porque os que “optaram” por se manter no sector público beneficiarão de outros complementos salariais como o subsídio de risco, de urgência, etc..
Ainda assim, Pedro Ramos garantiu que foram em número “residual” os profissionais que “optaram” pelo privado nesta fase de pandemia.
No fundo, não se tratou de uma “opção” uma vez que houve uma circular do IASAÚDE, desconhecendo-se se os que “optaram” pelo privado (consultórios, clínicas, hospitais particulares, lares, etc.), o fizeram ao abrigo de um acordo escrito com o SESARAM.
Certo é que desde meados de março de 2020, tais profissionais ficaram dispensados de ir ao Hospital/Centros de Saúde mas irão ser abonados na mesma.
“As diferenças não são muito grandes e não vão obstacularizar a que os ordenados não sejam pagos”, disse.
Relativamente à prorrogação por mais 6 meses da revisão da Convenção com os Médicos que vigora desde 2004, Pedro Ramso disse que tal prorrogação se deveu à crise pandémica que estamos a viver.
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