Paulo Prada, “corporate director do Grupo Pestana”, veio hoje acusar o coordenador do PCP, Edgar Silva, de mentir ao afirmar que “em diversos grupos hoteleiros, a começar pelo maior grupo hoteleiro de Portugal como está já acontecer no Grupo Pestana, existem trabalhadores efectivos que estão a ser confrontados com documentos para o rescindir dos seus contratos de trabalho”.
Esta afirmação, garante Paulo Prada, não corresponde à verdade.
“Pese o Pestana Hotel Group ter suspendido o funcionamento, por imposição legal, do Casino da Madeira e do Madeira Magic Health e, por não ter clientes, 16 dos 17 estabelecimentos hoteleiros que têm na Região Autónoma da Madeira (dois no Porto Santo não estavam em funcionamento), não apresentou qualquer proposta de rescisão do contrato de trabalho aos seus colaboradores com contratos efectivos”, garante. Ora, face a esta situação, e “caso o coordenador do PCP Madeira não prove as suas infundadas e caluniosas afirmações, reservamo-nos o direito de diligenciar, junto das entidades judiciais competentes, a reposição da verdade e a reparação do dano que causa ao bom nome e à reputação do Pestana Hotel Group”.
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