
“É o diabo que quer as portas das igrejas fechadas”. Quem ouviu esta e outras frases foi o padre José Luís Rodrigues, que se questiona sobre não saber o que vai ser necessário “para convencer as pessoas da necessidade da quarentena que andamos a fazer por causa da nossa saúde e salvação. Deixemos o diabo em paz e concentremo-nos no que temos de fazer pela salvação de todos”.
Diz o pároco de São Roque, na sua página do Facebook, no seu estilo conhecido, incisivo e direto, que “o diabo está-se marimbando para as portas das igrejas abertas ou fechadas, se ele é uma entidade, coisa que não creio, ataca o coração da humanidade de forma pior do que todos os vírus e bloqueia o bom senso e a capacidade de raciocinar. Este diabo é o único que creio existir”.
Na perspetiva do padre José Luís, “as Igrejas estão fechadas numa atitude de altíssima coragem e por ordem das autoridades sanitárias dos países, para que estas sejam menos uma forma de propagação do vírus, porque segundo consta o grande perigo está precisamente à volta dos aglomerados de pessoas. Aliás, até parece que se começa a perceber que essa condicionante dos aglomerados é também uma excelente forma de propagação de quaisquer constipações e gripes.
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