SINDEPOR fez nova ronda pelos centros de saúde da Madeira

No passado dia 17 de Fevereiro de 2020, o Sindepor-Madeira, na figura dos seus representantes Evaristo Faria,  Óscar Ferreirinha e Igor, deu início a um novo périplo  por alguns centros saúde da  costa Sul, nomeadamente Prazeres, Estreito da Calheta, Arco da Calheta, Ponta do Sol, Ribeira Brava, Campanário, Quinta Grande e Ribeira Brava.
No dia 18 foi a vez do Caniçal, Machico e Santo da Serra desta vez com Evaristo Faria e Elda Martins.
No dia 19 coube a vez de Santa Cruz, Caniço Camacha e Câmara  de Lobos, com Evaristo, Alexandra Freitas e Óscar Ferreirinha.
No dia 20 os centros  de saúde do Funchal-Santo António, Monte, São Roque e Nazaré com Elda Martins, Judite e Evaristo
No dia 21 foi a vez de São Vicente com Evaristo Faria.
Os objetivos principais das visitas foi a divulgação do trabalho Regional do SINDEPOR e suas reivindicações.
Foi també abordado o percurso do Sindepor a nível Nacional, nomeadamente a Greve Cirúrgica e Garcia Pereira como resposta à intransigência  por parte das entidades Governamentais.
A nivel Regional foi destacada a postura de concertação e diálogo na procura de soluções para a classe.
Foi também abordada a temática da Ata de Compromisso a que se seguiu o Decreto  Legislativo Regional, em que a esmagadora  maioria dos Enfermeiros viu ocorrer o descongelamento da sua carreira e reposicionamento remuneratório.
Ainda assim, alguns grupos ainda não  viram satisfeitos na sua plenitude o reposicionamento remuneratório e que verão  regularizada a sua situação  através  de novo DLR.
Foram apresentadas novas reivindicações como a reforma antecipada, redução  do horário semanal a todos os enfermeiros como preconizado no caderno reivindicativo e o subsídio  de risco associado ao risco e à penosidade da profissão.
O valor base de início de carreira reivindicado nas últimas  lutas nacionais também foi abordado.
A avaliação  segundo o Siadap, que neste momento permite apenas progressão de  10 em 10 anos foi outro tema abordado pois o Sindepor preconiza avaliações de 3 em anos como na carreira anterior a 2004.
A grande maioria das reivindicações são pela recuperação do que os enfermeiros tinham antes de 2009.