PCP alerta para luta dos trabalhadores da Provise com salários em atraso

O PCP apresentou hoje um voto de saudação à luta dos trabalhadores da Provise, que, declara o partido, estão com salários em atraso. Os comunistas referem 30 vigilantes com salários atrasados referentes à totalidade do mês de Dezembro, assim como o atraso no pagamento do subsídio de alimentação referentes a Outubro, Novembro e Dezembro e do pagamento a alguns trabalhadores o valor referente ao trabalho suplementar desde o mês de Maio de 2019.

“Os salários em atraso são um flagelo que afecta a vida laboral e familiar dos trabalhadores. É inconcebível que após o trabalhador cumprir com a sua parte, no que diz respeito ao contrato de trabalho que a entidade empregadora não cumpra com a sua obrigação de pagar o salário, criando assim dificuldades económicas a quem vive da sua força de trabalho”, refere o PCP.

“A Provise é uma empresa que presta serviços em diversas portarias da administração pública regional,  e sabemos que os trabalhadores da Provise que desempenham funções em portarias da administração pública encontram-se também com salários em atraso. Portarias como a do Arquivo do Funchal, do Instituto de Emprego, da Escola do Carmo, da Escola da Ribeira Brava, do Laboratório Regional e do instituto do Vinho são asseguradas por trabalhadores com salários em atraso. É necessário dar resposta à justa reivindicação destes trabalhadores que mais não pedem que lhes seja pago o seu salário”, insistem os comunistas.

O Governo Regional, como entidade que usufrui dos serviços prestados por trabalhadores com salários em atraso, deve tomar as devidas medidas para regularizar a situação presente e evitar situações idênticas no futuro. Neste sentido, o deputado do PCP na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira entregou hoje no Parlamento Regional um voto intitulado “Solidariedade com a luta dos trabalhadores da Provise” com o objectivo de sensibilizar para a resolução deste grave problema.


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