A secretária regional de Inclusão Social e Cidadania, Augusta Aguiar, presidiu à sessão de abertura do evento comemorativo do 30.º Aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, organizado pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens do Funchal, que se realizou no Teatro Municipal Baltazar Dias.
Um momento para a governante avançar que as principais problemáticas sinalizadas em 2018, nas tipologias de situações de perigo, lideraram a “negligência” e os “comportamentos de perigo na infância e juventude”.
Comparativamente a 2017, com dados que já são do conhecimento público, foi lembrado que se “verificou uma diminuição no número de processos” em 2018, uma vez que “o volume global de processos desceu de 1.628 para 1.549, menos 79”, disse. As CPCJ da Região que apresentaram, em 2018, um maior volume processual foram as do Funchal, Santa Cruz, Câmara de Lobos e Machico.
Augusta Aguiar destacou que “conhecer a realidade ajuda-nos a encontrar os caminhos certos, nesse grande objetivo de criar um futuro risonho e feliz para as crianças e jovens da nossa Região”. A governante sublinhou a importância que as comissões de proteção de crianças e jovens da Região têm na consciencialização e sensibilização junto da população.
O grupo etário com maior incidência foi o dos 15 aos 17 anos, seguido do grupo dos 11 aos 14 anos”.
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