Chega diz que quadro de bipolarização prejudicou o os pequenos partidos

Estas eleições regionais foram atípicas, fruto de uma enorme bipolarização política que prejudicou todos os pequenos e novos partidos.
A análise é feita pelo cabeça de lista do Chega, Miguel Tristão Teixeira, que não conseguiu o número suficiente de votos para eleger um deputado.
Neste contexto em que o Bloco praticamente desapareceu, o PAN não consegue eleger e os novos partidos foram muito prejudicados pelo efeito da bipolarização, o CHEGA, ainda assim, diz que conseguiu um resultado aceitável, ficando à frente de partidos com décadas de implantação na Madeira.
“Estas eleições regionais mostram que o CHEGA vai ser a grande surpresa das eleições do dia 6 de Outubro e que, inclusivamente na Madeira, a votação vai ser significativamente mais expressiva. Estas eleições mostram que o CHEGA já é um partido implantado em todo o território nacional e o dia 6 de Outubro vai demonstrar isso mesmo”, revela.