CDS pode impor a sua “música” na futura governação da Madeira

Ilustração José Alves

As duas primeiras sondagens já foram publicadas e não dão a maioria absoluta ao PSD-M.

Miguel Albuquerque, para governar, vai precisar do CDS, quer à base de um acordo de incidência parlamentar que levando os centristas para o Governo Regional.

Rui Barreto pode tocar à vontade a sua música porque, em princípio, dois dos seus objectivos eleitorais deverão ser alcançados: Retirar a maioria absoluta ao PSD-M e ter uma palavra decisiva na futura governação regional.

À esquerda, tudo indica que nem uma “geringonça” a três ou a quatro consegue viabilizar uma solução governativa.

Mas os cenários são apenas de sondagens. A votação decisiva é no próximo domingo. E, nesse dia, aplicar-se-á a máxima “Glória aos vencedores, honra aos vencidos”.