Aliança pretende revitalizar o sector do turismo madeirense face aos desafios

A caravana do partido Aliança esteve sábado entre a costa sul e a costa norte da Madeira, a contactar com as populações e a apresentar as suas propostas sobre os sectores do Turismo e da Mobilidade.

Conforme refere o partido numa nota de imprensa, o turismo é o actual motor decisivo para a nossa frágil economia, encontrando-se no entanto ameaçado “pela falta de formação qualificada de grande parte dos seus profissionais, pelo risco de massificação sem condições para a mesma, pelos desequilíbrios territoriais que provoca e pelas limitações dos transportes, seja do aeroporto, que inexplicavelmente não tem no aeroporto do Porto Santo uma alternativa operacional, e pela não existência de um serviço ferry anual, seja para Lisboa, seja para Ponta Delgada ou Canárias”.

Diz o Aliança que a recorrente inoperacionalidade do aeroporto da Madeira, a falências de cinco companhias aéreas que operavam para a Região e a saída de outras duas por razões operacionais provocaram uma diminuição de volume de turistas, o que associado ao aumento do número de camas, à recuperação dos destinos da bacia do Mediterrâneo, ao “Brexit”, aos preços das viagens de avião, à falta dum ferry anual, levam a que hoje o destino Madeira, por falta de visão estratégica, esteja numa encruzilhada.

O Aliança pretende, então, um destino com três espaços de promoção diferenciados, nomeadamente o Porto Santo; a costa sul da Madeira, e a costa norte.

Esta força política entende que o turismo tem de ser um sector actuante, com capacidade de aprender, mudar e inovar de modo a gerar soluções; um sector inovador, com capacidade de ir de encontro ao que o cliente pretende, que não se limite a copiar modelos; um sector verde na paisagem, azul no horizonte e bonito nos locais, pois “não podemos deixar de ser a pérola do Atlântico”; um e um sector estruturante, cujos governantes não entram em “guerras” estéreis com fornecedores, nem em sucessos mediáticos temporários.

Ao final da tarde os candidatos do partido estiveram nas freguesias de Santo António e São Martinho, no Funchal, em contacto com as populações.