Foi para falar da “aposta na habitação a custos controlados, como medida fundamental para diminuir a precariedade social das famílias”, que o candidato do PDR Madeira às eleições regionais de 22 de setembro esteve hoje em ação de campanha nas freguesias de São Martinho e Caniço, referindo a respetiva elevada densidade populacional ali verificada.
Filipe Rebelo afirmou não ter dúvidas “que o modelo de habitação a custos controlados, aquele implementado nos anos 90, foi muito vantajoso. E o Estado, as autarquias, acabavam por ter benefícios, porque essas pessoas asseguram a manutenção dos espaços, pagavam IMI, pagavam condomínios”.
O candidato do PDR lamentou que “muitas famílias vivam com grandes dificuldades, sendo o pagamento de uma renda de casa um dos principais problemas. “Mas a nossa ideia não é dar casas a quem não precisa, a ideia é promover a habitação social junto das famílias que comprovem efectivamente que passam por dificuldades ou cujos rendimentos sejam inferiores a determinados montantes”.
O PDR considerou que estas medidas, muitas vezes consideradas ‘populistas’ ou ‘eleitoralistas’, podiam solucionar muitas carências sociais. E são coisas que podem ser fiscalizadas por forma a assegurar a transparência de todo o sistema.

“O que não se pode considerar um luxo é uma habitação condigna. Ainda que a situação económica tenha melhorado, as dificuldades continuam a ser uma realidade para muitos agregados da Madeira e do Porto Santo”, concluiu Filipe Rebelo.
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