Hoje, na primeira das várias conversas promovidas pela CDU, a abordagem recaiu sobre os Direitos dos Animais e os nossos deveres para com eles. Esta matéria tem, felizmente, sido destacada e vivamente debatida nos últimos anos, fruto da luta de pessoas, entidades não governamentais como as associações protectoras e promotoras dos direitos dos animais, que têm conseguido mobilizar a sociedade em torno desta matéria, incluindo os agentes políticos.
E de facto, esta é uma matéria que nos diz respeito, e muito: os animais partilham connosco os ecossistemas, são componente elementar do nosso ambiente e a falta de cuidado, de respeito e protecção para com as outras espécies não só põe a nú o pior da espécie humano, como periga o futuro ecológico do planeta.
Por isso há que assegurar os direitos dos animais (não humanos), como a vida, a saúde, bem-estar; reconhecer os seus direitos fundamenta a sã coexistência das espécies. Por outro lado, está comprovado por um crescente número de estudos, que o “respeito pelos animais está relacionado com o respeito pelos homens entre si”; por outras palavras: “há uma íntima relação entre a violência contra animais e a violência contra pessoas (como a violência doméstica e/ou homicídios) “.
Pelo que, em última instância, em nome da própria humanidade, há que educar desde a infância o respeito e cuidado com os animais.
“Mais do que punir, é preciso educar para o Direito (e para os direitos) dos animais”.
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