CHEGA “chegou” ao Porto Santo

O partido CHEGA esteve no dia de hoje, 03/08, na ilha do Porto Santo.

Realizou contactos com a população, reuniu com a estrutura local, e foi ouvir alguns comerciantes, forças de segurança, empresários e agricultores, recebeu ainda algumas sugestões e reclamações.

Segundo uma nota de imprensa, o CHEGA vai defender para o Porto Santo um regime fiscal especial, pois não faz sentido as pequenas e micro empresas terem uma tributação igual para as que funcionam o ano todo e para as que só abrem na epoca balnear, assim como penalizar os hoteleiros que tenham o all included.

O CHEGA vai exigir um Barco rápido para servir a população do Porto Santo, com base no porto do de Abrigo da Vila Baleira, com destino diário para o Caniçal com partidas de manha e regresso ao final do dia. Barco este que serviria também para o transporte de passageiros em caso do aeroporto do Funchal estar inoperacional. Servindo de esta forma os reais interesses da população do Porto Santo, que é tratada como sendo um conselho de segunda e quintal para meia duzia de Madeirenses.

O CHEGA foi contactado por um grupo que já demonstrou interesse em localizar na ilha, um centro internacional de vela de alta competição e desportos náuticos, a sua proximidade da Europa, pelo inverno ameno e pela disponibilidade de oferta hoteleira, fazem de este local perfeito para tal actividade, de lembrar que uma equipe de alta competição pode ter mais de 50 elementos, reabilitando a marina existente e aumentar para o seu projecto inicial, fazendo apetecível para os cerca de 12 mil velejadores que todos os anos passam ao largo e que por não existir condições vão directos a Canárias.

Pretende-se de esta forma também desenvolver as actividades de mecânica náutica ( uma empresa holandesa esta interessada) pintura naval, (uma empresa local esta interessada) carpintaria naval (uma empresa local esta interessada assim como tudo o que ligado a actividade náutica, criando muitas dezenas de postos de trabalho directos

De entre os contactos a questão da saúde também foi abordada, foi denunciado que no centro de saúde local uma maquina de diagnóstico estar fora de uso pelo simples facto de não existir ninguém com formação, e que poderia evitar algumas deslocações dos pacientes ao Funchal.

Dos poucos empresários que não se importaram de dar a cara o CHEGA esteve com o Sr Luis Bettencourt, dono do restaurante o Forno, que em uma longa conversa, elucidou das dificuldades que estão a passar os pequenos empresários ligados à restauração, sobretudo depois da abertura do espaço Pingo Doce com 2500,m2.

Ficou ainda encarregue a estrutura do CHEGA no Porto Santo, entre outras coisas de fazer um estudo com a finalidade de reactivar a actividade agrícola na ilha de forma a que em breve e curto prazo possa ser implementada, com a finalidade de produzir com altos padrões de qualidade, a produção agrícola, virada sobretudo para o mercado gourmet e de especialidade numa vertente biológica e de boas práticas agrícolas.

Fica a nota de quase todos os contactados pediram para não serem mencionados nem fotografados, pois temem retaliações o que, segundo o partido, é lamentável 45 anos depois da autonomia, da democracia e da liberdade de expressão, na Região Autónoma da Madeira.