“Rali é como o vinho Madeira, quanto mais velho melhor”, mensagem de Albuquerque que lembra Zeca Cunha, Américo Nunes, Tabaton e Aghini

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Imagem obtida na edição de 2018 na sessão de autógrafos dos pilotos participantes na prova.

O presidente do Governo Regional considera que “a Volta à Madeira, como no início de chamava, faz já parte da História da Madeira”. E diz que “esta edição de 2019 é ainda mais especial, porque o nosso rali faz 60 anos. E tal e qual o Vinho que lhe dá o nome, quanto mais velho melhor. O vigor, o prestígio, a robustez da organização e da prova, estou certo, permanecem inalteráveis”.

Estas palavras de Miguel Albuquerque constam de uma mensagem enviada ao Clube Sports Madeira, o clube organizador da prova, a propósito da edição deste ano que assinala 60 anos em plenas comemorações dos 600 anos da descoberta da Madeira e Porto Santo.

É isso mesmo que lembra Albuquerque, acentuando que “esta edição é duplamente especial: porque celebramos os 600 Anos da descoberta da Madeira, a que este Rali se associa. A prova que vai para a estrada a 1 de agosto leva consigo, portanto, o rótulo de representar os 600 anos da Madeira e o nosso Vinho Madeira, em ano redondo de aniversário”.

Américo Nunes
Miguel Albuquerque faz alusão a Américo Nunes, vencedor da Volta à Ilha a pilotar o seu porsche, fazendo parta da História da Volta à Ilha.

Américo_Nunes_na_Bomba_VerdeO Rali é, para os madeirenses, lembra o presidente do Executivo Regional, “muito mais do que uma prova desportiva. É também uma manifestação social, com a presença maciça, mas cívica, dos madeirenses nas nossas serras, que se enchem de campistas e visitantes, que não perdem “pitada” da corrida”.

Albuquerque escreve que “falar do Rali Vinho da Madeira faz-me invocar outros tempos e grandes nomes do automobilismo português, como Zeca Cunha e Américo Nunes, mas também prestigiados nomes do automobilismo internacional, como os italianos Massimo Biasion, Fabrizio Tabaton ou Andrea Aghini ou o belga Patrick Snijers. Mas, se a Madeira se desenvolveu graças à Autonomia Política, a verdade é que no que se refere ao entusiasmo pelos ralis nada mudou. Os madeirenses e os porto-santenses gostam de automóveis, de ir para a estrada.

E fazem-no com o civismo que nos carateriza. Cumprindo com as regras de segurança, contribuindo para que o Rali Vinho da Madeira seja, todos os anos, uma verdadeira festa.

O Governo Regional continuará a apoiar esta prova”, garante o presidente do Governo.