Festa na Ribeira Seca só foi desmobilizando por causa da chuva

Fotos: Rui Marote

A festa na Ribeira Seca continuou depois da missa e da procissão, com muita animação a ser proporcionada no largo da igreja com a actuação de uma banda de música e com uma recepção nas instalações anexas ao templo que registou a presença de muitos amigos e simpatizantes do padre Martins Júnior. O bispo do Funchal, D. Nuno Brás, mostrou-se bastante descontraído na ocasião, confraternizando com os presentes e trocando impressões sobre este e aquele assunto enquanto bebia tranquilamente uma cerveja, como qualquer outro cidadão. Definitivamente, é o fim do isolamento a que o padre Martins esteve sujeito durante dezenas de anos. Vários outros padres também estiveram presentes na ocasião, além do vigário-geral da Diocese, cónego Fiel. O antigo presidente da CMF e actual candidato pelo PS-M a presidente do Governo Regional, Paulo Cafôfo, também marcou presença na ocasião, a par de vários outros indivíduos ligados de uma ou de outra maneira ao Partido Socialista. Poucos políticos ligados a outras estruturas partidárias marcaram presença na ocasião. O FN apercebeu-se da presença de José Manuel Coelho e Quintino Costa, do PTP. O cónego Martins, da igreja matriz de Machico, é que não esteve presente, que nos tivéssemos apercebido.

Presente entre os sacerdotes na ocasião esteve também o padre Giselo, antigo pároco do Monte.

O que não ajudou a manter os espíritos elevados na continuação da festa e de certo modo a condicionou foi a chuva miudinha que entretanto foi caindo, e algum vento que pouco a pouco aumentou o desconforto. Mas não faltou também quem dissesse que isso era apenas “Deus abençoando a reconciliação entre os homens”. Sem dúvida que a mesma tardou bastante.