Candidata do CDS elege a área social como “a mais crítica na Madeira”

Pocinho campanha 23 de maio BA área social constitui o grande enfoque da candidata do CDS Madeira na lista nacional centrista às eleições europeias. A um dia do encerramento oficial da campanha, Margarida Pocinho disse que os contactos diários com as populações permitiram-lhe concluir que na Madeira “há muitas questões por resolver” e elegeu as questões sociais como a área mais crítica porque “está posta de lado”.

Margarida Pocinho, o líder do CDS, Rui Barreto, e os deputados José Manuel Rodrigues, António Lopes da Fonseca e Mário Pereira subiram até à freguesia de Santo António, percorreram vários sítios e sensibilizaram as populações para irem votar no próximo domingo, num misto de apelos e alertas. “Precisamos de uma política comum para a saúde”, disse, enumerando os problemas. “A Madeira tem uma lista de espera desesperante, temos de insistir na necessidade de apoios para a construção de lares e para a requalificação de recursos humanos para cuidar de idosos. Temos necessidades ao nível da habitação, principalmente para os mais jovens que querem constituir família. Há carências na área do emprego e para isso devemos desenvolver o tecido social e económico. Em suma, é preciso garantir a continuidade dos apoios e, se possível, aumentar os fundos europeus”.

Europeias 2019

Com o eventual corte de 7% dos fundos para Portugal no próximo quadro comunitário de apoio a entrar na agenda da campanha, Margarida Pocinho estreita a forma como a Madeira tem gerido os apoios e nota: “Mais importante do que as execuções a 100%, é a forma como investimos, porque só o investimento é que traz desenvolvimento, a execução e a forma como o dinheiro tem sido gasto, até ao momento, nalguns casos, não me parece que as opções tenham sido as melhores”.

Com o enfoque nas questões sociais, a candidata do CDS entende que é chegada a hora de a Europa fazer chegar a Portugal e à Região Autónoma da Madeira “salários, reformas e pensões iguais aos países mais desenvolvidos da União Europeia”, sublinhou.

Já José Manuel Rodrigues apontou aos fundos da União Europeia como motor do desenvolvimento regional para dizer aos madeirenses que devem ir votar no próximo domingo. “