Candidata do PSD-M exige de Portugal a definição clara das prioridades para a Economia Azul

CLAUDIA 7 17 de maio de 2019A candidata social-democrata Cláudia Monteiro de Aguiar defendeu, nesta sexta-feira e junto ao Cais 8, «a definição, clara e objetiva, das áreas que Portugal considera prioritárias, dentro da Economia Azul e das atividades associadas ao mar, para o futuro, atendendo às verbas que foram aprovadas, no Parlamento Europeu e graças ao PSD, especificamente destinadas às regiões ultraperiféricas, num envelope financeiro que ronda os 114 milhões de euros».

Numa nota enviada à comunicação social, refere-se que Cláudia Monteiro de Aguiar pretende uma definição do Governo da República, “atendendo ao peso económico e social e às inúmeras oportunidades que, no caso da Região, estas áreas representam, mas, também, à necessidade de haver «uma aposta forte e decisiva naqueles que, diariamente, asseguram, com o seu trabalho, estas atividades».

Sublinhando que, na Região e no respeitante às políticas do mar, «as orientações e as linhas mestras que a Europa determinou para com os seus Estados-Membros e regiões estão a ser claramente cumpridas», Cláudia Monteiro de Aguiar defende, todavia, uma estratégia de maior valorização e capacitação dos recursos humanos que estas áreas integram, «até para fazer face aos novos desafios que se avizinham e tornar mais rentável e competitiva toda esta atividade, garantindo não só a manutenção destes empregos mas, igualmente, a criação de novos postos de trabalho».

Europeias 2019

Exemplificando as apostas que a Região tem vindo a fazer não só do ponto de vista do apoio e maior dinamização das atividades marítimo-turísticas, como, também, das experiências inovadoras ligadas à maricultura ou aquacultura, Cláudia Monteiro de Aguiar fez, também, menção à grande aposta que o Governo Regional tem vindo a promover no respeitante à limpeza e proteção do mar, lembrando, a esse propósito, a proposta que apresentou, no Parlamento Europeu, para garantir a criação de um Centro de Combate à Poluição Marinha na Madeira.

«Há, felizmente, muito trabalho feito mas há, também, muito a fazer no respeitante ao futuro e há oportunidades que, sendo vantajosas para o desenvolvimento da nossa economia, enquanto região insular e ultraperiférica, não podem ser desperdiçadas», frisou, na ocasião, salientando, a título de exemplo, que o turismo costeiro – que representa, em Portugal, 70% das atividades relacionadas com a Economia Azul – é um dos vários sectores económicos que devem continuar a ser dinamizados e potenciados, na Região».