O Imaculado Coração de Maria tem novas instalações da Junta de Freguesia, hoje inauguradas, no edifício da antiga escola do Poço da Câmara, na Estrada dos Marmeleiros. Com a presença do presidente da Câmara Municipal do Funchal, bem como restante executivo, além do presidente da Junta de Viseu, geminada com o Imaculado, e o líder daquele orgão local agora na nova “casa”, Gonçalo Aguiar. Cafôfo aproveitou para dizer que “no Funchal existe uma preocupação com a reabilitação urbana”.
Paulo Cafôfo começou por deixar uma palavra de agradecimento e reconhecimento aos colaboradores da Autarquia, especialmente a todos aqueles envolvidos no projeto de reabilitação da antiga escola, agora sede da Junta, “uma equipa incansável e dedicada, que tem contribuído para que possamos materializar muitos projetos essenciais e para benefício de toda a população.”
O autarca sublinhou, na ocasião, a relevância deste projeto para a cidade, reforçando a reabilitação urbana como uma das matrizes do Município. “Esta era uma antiga escola dos reconhecidos planos centenários, já desativada há muito tempo. O nosso objetivo foi dar-lhe uma nova vida. Depois de uma função bem cumprida na Educação, consideramos que a missão de serviço público desta infraestrutura devia continuar nos dias atuais, daí a ideia de transformá-la numa junta de freguesia, pois a herança que é o património deve ser valorizada e salvaguardada.”
“No Funchal existe, inegavelmente, uma preocupação com a reabilitação urbana. Para além de criarmos uma Área de Reabilitação Urbana há alguns anos, criámos uma Operação de Reabilitação Urbana, o que implica que, para além de incentivos e benefícios fiscais para que os privados possam reabilitar o edificado, assumimos igualmente uma responsabilidade de, através do orçamento municipal, reabilitarmos o património da cidade do Funchal. Hoje, afirmamos também o compromisso de perpetuar um serviço público de qualidade e garantia junto dos munícipes.”
O Presidente prosseguiu, enfatizando “o poder local e a sua autonomia. Quando falamos de autonomia, referimos uma autonomia relativa ao Estado Central, uma legítima e justa reivindicação dos madeirenses e porto-santenses que potenciou, depois do 25 de abril, o desenvolvimento da Região. Mas não podemos esquecer o seu segundo direito e dever, que é efetivamente a execução do poder local nas Juntas de Freguesia e nas Câmaras Municipais. É acreditando nisto que a Câmara Municipal do Funchal investe 1,7 milhões de euros por ano nas Juntas de Freguesia do Funchal em acordos de execução e protocolos administrativos, complementados depois por ações como estas, de melhoria de condições para que os eleitos possam exercer as suas funções.”
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