Nuno Magalhães reconhece que a posição do CDS sobre a contagem do tempo de serviço dos professores foi mal explicada

MagallhãesA polémica à volta da contagem do tempo integral de serviço congelado aos professores, que na especialidade mereceu aprovação de PSD, CDS, PCP e BE, motivando o ultimato de António Costa a dizer que se demite se for esse o mesmo sentido na votação final global, promete continuar, não só nestes dias, mas em todo o ano eleitoral.

Nuno Magalhães, do CDS, foi hoje à TVI e admitiu que a posição do partido não foi bem explicada para a opinião pública, dando margem à superioridade da máquina de comunicação do PS, que neste caso foi superior, como reconhece e diz que “temos que melhorar neste aspeto”.

Morais Sarmento, do PSD, foi mais comedido, reconhecendo menos o “tiro no pé” de Rui Rio, considerando que António Costa, socorrendo-se de uma imagem futebolística, “atirou-se para o chão”, acentuando que o primeiro-ministro fez “uma encenação”.

Morais Sarmento diz que Rio não conhecia o documento da comissão pura e simplesmente porque “esse documento não existia”.


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