
O médico Rafael Macedo, até há pouco tempo coordenador da unidade de Medicina Nuclear do SESARAM, que se encontra suspenso até conclusão do inquérito disciplinar em curso, interposto pelo conselho de administração do Serviço de Saúde da Região, já reagiu à possibilidade de voltar ao Parlamento para depor na comissão de inquérito ao funcionamento da unidade que dirigiu.
O médico foi o primeiro a ser ouvido na Assembleia. E depois disso, sucederam-se depoimentos dos diferentes diretores de serviço do SESARAM, presidente do Colégio da Especialidade de Medicina Nuclear da Ordem, além dos representantes da empresa Joaquim Chaves Saúde. Todos visando o médico Rafael Macedo com críticas contundentes.
Rafael Macedo está disposto a regressar ao Parlamento para voltar a falar e a esse propósito diz, na sua página pessoal do Facebook: “Que me chamem à Assembleia. As minhas afirmações estão descontextualizadas. Estas pessoas não estão a primar pela total idoneidade”.
Recorde-se que toda a polémica começou com uma reportagem na TVI, onde Rafael Macedo criticava o subaproveitamento da unidade que dirigia, de Medicina Nuclear, e o favorecimento do serviço privado, que fazia exames que o público estava em condições de fazer. Essas declarações foram reforçadas com a audição parlamentar do médico, o que provocou um coro de críticas.
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