
O diretor do serviço de Ortopedia do SESARAM está a ser ouvido na comissão de inquérito parlamentar ao funcionamento da unidade de Medicina Nuclear do SESARAM, sendo que face a uma questão de Rui Barreto sobre a eventual falta de produtividade, face ao aumento das listas de espera, respondeu contrariando a questão colocada pelo deputado do CDS, dizendo que “para dar cobertura a todas as especialidades é preciso haver anestesistas, o que nem sempre acontece. As listas de espera irão perdurar pelo tempo, ou há um Estado rico e todos os dias temos equipas para fazer listas de espera, ou então é dificil. Todos os dias aparecem acidentados. Apesar disso, retiramos alguém da lista de espera”.
“Isso é uma fatalidade?”, questionou Rui Barreto. Anacleto Mendonça fala em limitações. “Sejamos honestos. Resolver a lista de espera para próteses de joelho, por exemplo no dia 13 que entraram três pessoas, se fosse para resolver a lista de espera teríamos que operar cinco ou seis. Já viu o que era isso. Será muito difícil resolver as listas de espera. Signfiicaria que todos os dias teríamos que operar próteses no joelho”.
Sobre as declarações de Rafael Macedo, colocadas em cima da mesa pelo deputado Carlos Rodrigues, do PSD, referindo que os profissionais “têm comportamentos negligentes” e um dos serviços é o de Ortopedia, com acusações de desvios de utentes para o privado. Anacleto Mendonça nega que sejam “desviados doentes para o privado”. E sobre as acusações de falta de formação e atualização de colegas, relativamente a tratamento e diagnóstico, o médico diz que “Rafael Macedo não é a pessoa indicada para falar de outros serviços”.
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