O PPM e a JM – Juventude Monárquica, dizem-se preocupados com o crescente problema da violência doméstica em todo o país.
João Noronha, vice-presidente nacional e coordenador da Madeira deste partido de inspiração monárquica, considera que “Portugal está a passar por momentos cada vez mais desprestigiantes relativamente a este assunto, que começa a ser cada vez mais preocupante (…) defendemos que a justiça deve ser justa e que condene efectivamente quem utiliza a prática que já levou em apenas um mês deste ano, à morte de 10 pessoas, fora outras agressões de que não temos conhecimento”.
Hugo Varanda, presidente da Juventude Monárquica do PPM, questiona por seu turno que “democracia é esta, onde os homens agridem as mulheres e para serem punidos tem de ter testemunhas da agressão? (…) Estamos perante leis que favorecem os criminosos. Qual a razão para que os vídeos de agressão, mensagens ou até mesmo fotos não podem ser avaliadas em tribunal?”, questiona.
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