Tomada de posse do novo bispo com cortejo entre a Igreja do Carmo e a Sé e referências nas missas passam a ser “bispo Nuno”

A Igreja do Carmo, no Funchal, será uma espécie de sacristia para que os bispos convidados, cónegos, padres, seminaristas, acólitos se paramentem para o cortejo que os levará até à Sé do Funchal para a posse do novo bispo, D. Nuno Brás, a 17 de fevereiro, pelas 16 horas.

Espera-se uma significativa afluência de fiéis, que, para esta “entrada solene e tomada de posse”, estão a ser mobilizados, para excursões, em todas as paróquias da Diocese. O cartaz já está afixado na porta das igrejas.

D. Nuno Brás será o 33.º bispo do Funchal, Diocese criada em 12 de Junho de 1514, pelo Papa Leão X, através da Bula “Pro Excellenti”.

D. Nuno Brás irá percorrer a Rua do Aljube, entre o Carmo e a Sé, num cortejo onde também marcarão presença os Irmãos da confraria, escuteiros e outros movimentos da Igreja Católica.

Uma vez na Sé será feita a Leitura da Carta Apostólica de nomeação de D. Nuno Brás que se sentará na Cátedra de D. António Carrilho que lhe dirigirá umas breves palavras. Segue-se a Leitura da Acta, assinaturas e entoação do Glória.

Será mencionado como “bispo Nuno”

Recorde-se que, desde 12 de janeiro último e até à tomada de posse do novo Bispo, D. António Carrilho governa a Diocese como Administrador Apostólico. Razão pela qual, nas missas, a menção, na oração Eucarística é a seguinte: “Em comunhão com o Papa Francisco, o nosso Administrador Apostólico António e todos aqueles que estão ao serviço do vosso povo”.

Segundo já tornou público a Diocese, a partir do dia da tomada de posse, o nome do Bispo deve ser proferido na Oração Eucarística por todos os presbíteros que celebrem Missa dentro da Diocese  seguindo o seguinte modelo extraído da Oração Eucarística II: “Em comunhão com o Papa Francisco, o nosso Bispo Nuno e todos aqueles que estão ao serviço do vosso povo”.


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