Problemas regionais abordados em reunião do Nós, Cidadãos! com Marcelo Rebelo de Sousa

O partido “Nós, Cidadãos! foi recebido, em Belém, pelo presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, tendo aproveitado a oportunidade para apelar a novas respostas políticas (e novos rostos confiáveis) neste novo ano que se inicia e que conta com três campanhas e actos eleitorais (Europeias, Regionais e Legislativas nacionais).

Num memorando entregue ao mais alto magistrado da nação, foram expressadas preocupações e soluções para graves problemas nacionais, nomeadamente a falta de condições económicas e laborais para uma maior natalidade, as dívidas excessivas das famílias, a questão/problema da pobreza e exclusão social, sobre-endividamento e banca social; e a falta de garantias dos cidadãos face ao Estado.

“O sistema de garantias do cidadão face ao Estado é lento e caro. As administrações públicas incorrem em grandes atrasos quando se trata de pagar fornecimentos e serviços externos. Os cálculos apontam para mais de 2 mil milhões de euros”, apontou o partido.

Abordada na reunião foi ainda a “falta de atenção do Governo aos emigrantes portugueses e à Lusofonia. A Caixa Económica Faialense, os lesados do BES ou o episódio Banif lesaram de forma ‘duradoura’ a confiança dos nossos emigrantes na boa fé do estado português”, refere o “Nós, Cidadãos”.

Falou-se ainda na Carta Aberta sobre a Educação enviada ao primeiro-ministro, António Costa, bem como a situação da recuperação do tempo integral de serviço dos educadores e professores do continente nacional e os sistemas/modelos já adoptados nas duas regiões insulares.

Finalmente, foram abordadas as questões da mobilidade dos madeirenses e portossantenses (sendo que estes sofrem, em Janeiro, de um isolamento ainda maior), com repercussões graves para o sector do Turismo, assim como do estado actual do Serviço Regional de Saúde e o seu ‘grau’ de inoperacionalidade na Região Autónoma da Madeira.

O presidente da República foi ainda desafiado a convocar, sobre a égide da Presidência, uma plataforma comum de permita a todas as forças políticas enfrentarem (e debaterem) os reptos do presente, mas sobretudo, e em conjunto, prepararem o futuro do país.


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