Costa releva a importância das infraestruturas aeroportuárias para a continuidade territorial com as Regiões Autónomas

Costa aeroporto
A continuidade territorial com as Regiões Autónomas foi um dos motivos que o primeiro-ministro invocou para expressar a importância da melhoria das infraestruturas aeroportuárias. Declarações proferidas hoje na cerimónia de assinatura do financiamento para a expansão da Portela e para o novo aeroporto do Montijo.

O primeiro ministro António Costa disse haver, hoje, uma “asfixia” no Aeroporto da Portela, em Lisboa, com custos daí provenientes e aqueles que ainda serão suportados até 2022, altura em que as obras resultantes deste acordo de hoje, para a expansão do Humberto Delgado e o novo aeroporto do Montijo, estarão concluídas.

António Costa lembra que não é possível tomar decisões mudando de sentido a cada novo governo, dizendo claramente que esta decisão do Montijo “é a decisão e vai para a frente”, admitindo que a mesma avance depois de avaliadas todas as questões de impacto ambiental”.

O primeiro ministro considera importante que a decisão seja tão consensual quanto possível, no âmbito de uma sociedade democrática, referindo que a importância da melhoria das infraestruturas aeroportuárias não serve apenas o Turismo, serve por exemplo a integridade nacional, a continuidade territorial, assegurada também e principalmente pelas ligações aéreas com as Regiões Autónomas, além das ligações com as comunidades espalhadas na Diáspora”

 

“A solução do Montijo reúne consenso político suficiente para avançar”, garantiu há pouco o ministro dos Equipamentos e Infraestrturas, Pedro Marques, durante a apresentação do memorando para a construção do Aeroporto do Montijo. O governante garante que o projeto só vai avançar com toda a legislação cumprida, revelando que “foram estudadas 17 localizações alternativas, abandonadas em favor do Montijo”.

Pedro Marques garantiu que as questões ambientais serão salvaguardas, a componente militar será articulada com as estruturas respetivas e as taxas aeroportuárias serão reduzidas. “Estamos a dar um passo decisivo na expansão da capacidade aeroportuária da Região de Lisboa e do País”.


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