
Todos os anos as iluminações de Natal são uma enorme odisseia. E por falar em Odisseia, é razão para dizer “aliquando dormivit Homerus”, que é como quem diz, “Homero também dorme de vez em quando”.
Isto de preparar cadernos de encargos, lançar concursos, cumprir prazos, esperar por vistos, pelos vistos, é um cabo das tormentas. Ainda por cima quando há um ‘outsider’ que se intromete para “atrapalhar” concursos.
Mas, contra ventos e marés, não há Natal na Madeira sem iluminações.
Quase que nos atreveríamos a dizer que as iluminações são o barómetro da popularidade do Governo.
E, nesta arte de governar, todos os anos pelo Natal o titular da pasta do Turismo tem “a cabeça no picadeiro”. Se a coisa corre mal tudo lhe é assacado.
Se a coisa corre bem então tem direito a erguer o troféu pois, qual rei D. Duarte, domina “a arte de bem cavalgar toda a sela”.
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