Inicialmente prevista para a capela da Boa Viagem, a iniciativa “Átrio da Paz” vai mudar-se para a igreja de São José, no Funchal.
O Pe. José Luís Rodrigues explica que problemas de última hora nas negociações com a Câmara do Funchal, proprietária da Capela da Boa Viagem, ditaram a mudança.
Assim, no próximo Domingo (28 de Outubro de 2018), às 18.30 horas, a iniciativa arranca à volta da Palavra para reflectir, rezar, pensar o mundo e a vida.
O «Átrio da Paz» é um espaço o mais ecuménico possível. Pretende ser um lugar e momento abertos a todos sem distinção de nenhuma índole.
Vai funcionar na IGREJA DE SÃO JOSÉ, na Estrada Dr. João Abel de Freitas, 71, junto à antiga Brisa.
A ideia é que aos Domingos pelas 18.30 horas se celebre a Palavra na Eucaristia, com música clássica e literatura.
Consistirá no seguinte: proclamação das passagens bíblicas do respectivo Domingo, partilha e diálogo inspirado na Palavra, momentos de música clássica e declamação de um poema, passagem de um livro ou apresentação de livro ou documento que esteja na ordem do dia.
Sempre que possível haverá convite a alguém ligado ao mundo das artes para partilhar a sua inquietação e alertar para o sentido do religioso no seu âmbito artístico.
Já a iniciativa mensal com uma ou mais pessoas convidadas é um convite à apresentação de um tema que faça parte do pulsar dos Sinais dos tempos.
Na terceira sexta-feira de cada mês, pelas 20 horas, haverá um encontro conferência-debate para que seja mais um momento de partilha da palavra, onde se possa proporcionar uma ocasião de ver, ajuizar e agir perante os «Sinais dos tempos» que correm pela rama dos dias.
O primeiro encontro debate/conferência está previsto acontecer (já confirmado com o convidado, o jornalista da TSF Nicolau Fernandes) para o dia 16 de Novembro pelas 20 horas e que terá como tema mote para o diálogo/debate a problemática dos refugiados, particularmente, o regresso à Madeira dos lusodescendentes da Venezuela. Problemática, desafios e como agir para estancar alguns resquícios de desprezo racista que começam a eclodir na sociedade madeirense.
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