
O movimento Mais Porto Santo criticou hoje aquilo a que denomina de “incoerência” revelada por “todos os deputados da Assembleia Legislativa da Madeira durante a audição do presidente da TAP, Antonoaldo Neves”.
No texto enviado à comunicação social, José António Castro diz que “para condenarem os preços discriminatórios que são praticados pela companhia aérea portuguesa entre a Madeira e o Continente os deputados colocaram-se todos em fila, reclamando os louros pelas perguntas mais audazes. Mas quanto à concorrência desleal promovida pelo Governo Regional no financiamento a um ferry deficitário entre o Funchal e Portimão, durante os três meses de Verão, que custou aos madeirenses apenas mais um euro do que uma ligação marítima entre a Madeira e o Porto Santo, ou sobre os preços vergonhosos que são exigidos pela Binter para a ligação entre a Madeira e o Porto Santo, nem uma palavra”.
Diz Castro que “é este tipo de discrepâncias que não entendemos e que apenas demonstram que os porto-santenses são cada vez mais madeirenses de segunda. Até quando?” questiona José António Castro”.
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