Governo paga 3,5 milhões com dinheiro na conta amanhã e Albuquerque garante apoio aos empresários contra “os transtornados”

IDE prémios
Foram 3,5 milhões de euros para 72 projetos e promessa de dinheiro na conta já amanhã.

Hoje, na Casa Museu Frederico de Freitas, o Instituto de Desenvolvimento Empresarial teve dia de pagamento aos promotores que se candidataram a projetos suportados pelo Orçamento Regional e pelos Fundos Estruturais. Com presidente e vice presidente do Governo Regional presentes.

Foi um momento de “overbooking”, como disse Jorge Faria, presidente do IDE, para expressar a sala cheia. Com a promessa de dinheiro na conta já amanhã. No total, 3,5 milhões de euros, 2,96 milhões dos fundos e 523 mil do Orçamento Regional, para 72 projetos, 57 do “Funcionamento” e 15 do “Investimento”.

O presidente do Governo Regional entrou no discurso a falar do Natal. Relevou a importância cultural do espaço, não sendo por acaso a escolha para esta cerimónia. E fez questão de lançar um convite a todos para uma visita à Casa Museu Frederico de Freitas, no período natalício, de 15 de dezembro a 15 de janeiro, onde poderão observar uma mesa de Natal e a coleção de presépios e lapinhas. “É de borla”, reforça Albuquerque um convite para “as famílias, filhos, netos”.

Sobre o acontecimento em si, o pagamento de 3,5 milhões, Albuquerque reafirmou o que já vem realçando, o crescimento da economia, que agora já vai em 60 meses, além do desemprego, outra referência habitual nas intervenções, que “há sete anos não era tão baixo”, apontando que “estamos, neste momento, com uma empregabilidade de 123.8 pessoas empregadas na Madeira, com tendência a aumentar”. Depois, foi a redução de impostos, o ISP, o IRS e o IRC.

Miguel Albuquerque diz que o caminho do futuro “é o apoio às empresas e empresários, que são aqueles que criam riqueza e criam emprego”, adiantando que, nos últimos três anos, o Governo já apoiou as empresas regionais em 58 milhões”. Garantiu que esta política não será alterada, “não vale a pena lançar cortinas de fumo para desviar atenções, vamos apoiar os investimentos desde que cumpram a legalidade. Não estou aqui para fazer concursos de beleza ou de popularidade nem tenho problema de ter adversários políticos. Nem vou alinhar que a política da Madeira seja ditada por um conjunto de transtornados políticos, radicais, que se querem meter na vida das empresas. Aqui na Madeira, tudo o que for para interferir nas empresas, vamos evitar que essas políticas sejam aplicadas. Nós, pessoas normais, não podemos ceder à agenda da extrema esquerda radical, que continua a ser minoritária no País, somos um País de pessoss normais”.