Reestruturação das escolas da Região “foi processo mal conduzido”, acusa o Sindicato Democrático dos Professores

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A iniciativa visa garantir maior segurança nas escolas.

Depois do Sindicato dos Professores da Madeira, surge a outra estrutura sindical, o Sindicato Democrático dos Professores, a acusar o Governo de ter conduzido mal o processo que visou a fusão e extinção de alguns estabelecimentos de ensino, relativamente ao próximo ano letivo.

Diz o SDPM que numa apreciação da proposta de portaria, apresentada pela SRE, que procede à reestruturação de estabelecimentos de educação e ensino (vulgo fusões e extinções de estabelecimentos de ensino) ao abrigo do disposto no artigo 31.º do Estatuto da Carreira Docente da Região Autónoma da Madeira, bem como tendo em conta as reações das Direções dos estabelecimentos envolvidos e dos demais elementos da comunidade educativa, “é suscetível de concluir, que a restruturação em causa não foi objeto, como devia, de uma ampla discussão com os Diretores das escolas e com os responsáveis concelhios envolvidos no processo”.

Segundo o Sindicato Democrático dos Professores “o processo foi naturalmente mal conduzido, e tendente a provocar dúvidas quanto aos benefícios e consequências de tais alterações”, sendo que, em conclusão, defende ser “imprescindível que alterações desta natureza envolvam toda a comunidade, e que não sejam decisões impostas unilateralmente sem qualquer auscultação pública”.


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