O Governo da República decidiu adjudicar à empresa Binter Canárias SA, “a prestação de serviços aéreos regulares, em regime de concessão, na ligação aérea Porto Santo-Funchal-Porto Santo, por três anos”.
Termina, assim, a apreensão que já se instalara nas chamadas “forças vivas” da Ilha dourada, que alertavam para o facto da concessão anterior terminar a 4 de junho próximo e, por isso, já não ser possível marcar passagens a partir dessa data.
Hoje, o Ministério do Planeamento e Infraestruturas deu conta da adjudicação, referindo que “a referida empresa foi autorizada a aceitar a marcação de reservas, a partir de hoje, para voos a partir de 5 de junho, dia seguinte à cessação do contrato em vigor, garantindo-se, dessa forma, a continuidade de um serviço da máxima importância para os habitantes da Região Autónoma da Madeira”
A seleção da empresa foi realizada no quadro de um concurso público internacional lançado em outubro de 2017 O contrato de concessão vigorará por um período de três anos.
Esta situação já provocou um comentário do anterior presidente da Câmara Municipal do Porto Santo e atual vereador do PS, Menezes de OIiveira, com quem o ministério de Pedro Marques manteve contactos no sentido de dar a conhecer esta decisão, atendendo o facto de ter acompanhado o processo.
Menezes de Oliveira regozija-se com a decisão e refere que “sempre houve o entendimento que o Governo da República iria assumir os seus compromissos. Mesmo quando todos duvidavam, disse que isto iria acontecer e de facto aconteceu, com a concessão da linha em tempo mais do que suficiente para não haver constrangimentos, apesar de outros partidos terem duvidado dos meus contactos em Lisboa”.
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