
Esta manhã, a objetiva de Rui Marote registou uma prática que não passou despercebida aos olhares de quem circula habitualmente pela baixa da cidade. Os varadins da emblemática Sé Catedral estavam convertidos num expositor de pinturas a óleo para venda, como se de uma galeria de arte se tratasse.
A verdade é que o Funchal tem sobejos espaços para que os artistas, profissionais e amadores, possam expor e vender os seus trabalhos, reservando à Sé Catedral o recato e a devoção que são apanágios deste templo religioso.

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