
A revista Visão voltou a fazer referência à situação relacionada com os reembolsos das viagens dos deputados das ilhas na Assembleia da República e à acumulação de subsídios, o de transporte, concedido pela Assembleia sa República, de 500 euros semanais, bem como o subsídio social de mobilidade, atribuído a qualquer madeirense residente na Região. O que, não sendo ilegal, poder ser considerado como imoral.
A investigação da revista refere que o deputado do PSD Paulo Neves, eleito pelo círculo da Madeira, em 2015, declarou residir na Madeira apesar de viver, desde 1986, em Lisboa. A morada foi registada nas Finanças, mas a Visão, num artigo assinado pelo jornalista Pedro Mozos, diz que “essa morada foi alterada meses antes das eleições legislativas que o elegeram: pouco depois de Albuquerque tomar posse como líder do PSD-M, Paulo Neves passou a morada fiscal para a Madeira”.
Também a esta publicação, o deputado explica: “Assim que me apercebi de que para ter o dístico de morador no meu carro não precisava ter a morada fiscal em Lisboa, alterei-a para a Madeira…Não aconteceu para ganhar mais dinheiro em subsídios”.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






