‘Nós Cidadãos’ pergunta pela prometido repavimentação das ruas 5 de Outubro e 31 de Janeiro

Foto Nós Cidadãos.

O partido Nós Cidadãos lembra hoje em comunicado que várias estradas da Região são alvo, há anos, de promessas de obras e de boas intenções. Mas a maior parte delas fica em águas de bacalhau e chegou a hora de agir.

O partido lembra que no passado dia 14 de Fevereiro, foi noticiado que a empreitada de repavimentação das ruas 31 de Janeiro e 5 de Outubro, no centro do Funchal, seriam adjudicadas na reunião de conselho de Governo da Região, no dia seguinte (15 de Fevereiro).

Esta obra, que se prevê custar 945 mil euros, abrange cerca de 1500 metros em cada uma das ruas paralelas acima nomeadas – nas margens da Ribeira de Santa Luzia – tem um prazo de execução de 90 dias, e já havia sido prometida para o Outono de 2017 (e depois adiada), estava agora para ser iniciada em Março de 2018.

“Ora, o mês está no fim, e o início da intervenção “assegurada” pelo Governo Regional, nem vê-la! É caso para dizer, foi tão fácil prometer, mas está difícil cumprir!”, revela.

As obras (que teimam em não querer começar) vão consistir não só num novo asfalto integral das ruas 31 de Janeiro e 5 de Outubro, mas
também abrangem o arranjo dos passeios, com calçada portuguesa, a beneficiação da rede de drenagem pluvial, assim como a rede de águas, esgotos, eletricidade e telecomunicações.

“Todavia, há data presente, nada se iniciou e o mês de Março está praticamente terminado”, lembra o Nós Cidadãos..

O partido lembra ainda ao Secretário Regional dos Equipamentos e Infraestruturas, Amílcar Gonçalves, que os automobilistas e motociclistas que utilizam diariamente estas vias já esperam e desesperam pela sua repavimentação há muito.

“As sucessivas filas de trânsito, o desgaste dos carros e da paciência de quem os conduz, agora acrescidas com estacionamento diário de viaturas na própria faixa de rodagem… e tudo isto são situações que tardam em ser corrigidas a/ou melhoradas – e também autênticas situações de perigo, sobretudo para os motociclistas que correm o risco de quedas com consequências sérias para a sua integridade física”. remata