Vereadora do CDS/PP quer Ponta do Sol com papel ativo nos 600 anos da Descoberta da Madeira

Sara Madalena B
A vereadora do CDS/PP na Câmara da Ponta do Sol defende uma maior intervenção do concelho nas comemorações da Descoberta da Madeira e Porto Santo.

A vereadora do CDS/PP na Câmara Municipal da Ponta do Sol pretende ver o concelho com uma dimensão adequada à sua História, nas comemorações dos 600 anos da Descoberta do Arquipélago da Madeira. Sara Madalena considera que, sendo este um dos concelhos mais antigos da Madeira, elevado a tal categoria a 2 de dezembro de 1501, por alvará de D. Manuel, deveria ter um papel de relevo nessas comemorações.

A história e influência cultural vastíssima deste município na zona Oeste levam Sara Madalena a sugerir às entidades responsáveis pela Organização da Comemoração dos 600 anos do Descobrimento do Arquipélago da Madeira “a inevitável inclusão da Ponta do Sol, nomeadamente promovendo o Património histórico edificado e sensibilizando as entidades competentes para a sua recuperação e preservação, promovendo a reedição dos dois dos jornais existentes na Ponta do Sol, nos séculos XIX e XX, como “A Sentinela” e o “Brado d’Oeste”, cuja influência política, cultural e social foram notórias, organizando exposições acerca das tradições locais referentes à agricultura, transportes, lides domésticas, bordados, telas de lã e outras atividades típicas, com a participação de pessoas e associações locais, com a sua integração no programa daquelas comemorações”.

A vereadora do CDS/PP reforça que “a Ponta do Sol é um marco na história moderna e contemporânea do nosso Arquipélago em todas as vertentes referidas, sendo obrigatória a sua inclusão nos programas das ditas comemorações, honrando assim o seu passado, afirmando o seu presente e garantindo a preservação da sua identidade”.

Sara Madalena lembra ainda que “a Ponta do Sol foi povoada cerca de setenta e cinco anos antes, não demorando a se tornar no centro de comércio de açúcar mais importante da Ilha, a verdadeira “mina do ouro branco”.

Desde 1835 e até 1914 o concelho incluia as freguesias de Tabua, Ribeira Brava e Serra de água, tornando-se desde então no mais pequeno da Madeira em termos geográficos.