Costa “faz de conta” que resolve Hospital, mobilidade e juros da dívida, denuncia Sara Madruga

Sara Madruga Nova
Sara Madruga diz que o Governo da República tem uma estratégia partidária para não resolver questões pendentes com a Madeira. O Hospital e o subsídio de mobilidade são duas delas.

A deputada do PSD/Madeira na Assembleia da República, Sara Madruga da Costa disse hoje que a governação do “faz de conta” de António Costa tem cúmplices na Madeira. As declarações foram feitas esta manhã, à margem de um colóquio com os alunos do Colégio dos Salesianos com o tema ‘Desafios da Assembleia da República – Importância Cívica dos Jovens’.

“António Costa e o governo das esquerdas unidas continuam a fazer de conta que vão resolver o novo Hospital, o subsídio de mobilidade e os juros da dívida, quando já todos percebemos que há uma estratégia partidária e uma intenção inequívoca de não os resolver”.

Mas esta encenação também tem cúmplices na Madeira, notou Sara Madruga da Costa, dizendo que os deputados do PS-M na Assembleia da República são também figurantes deste governo da república “faz de conta”.

“Em vez de reunirem com António Costa e exigirem do governo que suportam a resolução dos problemas do madeirense, preferem continuar a tentar atirar areia para os olhos dos madeirenses e dos porto-santenses”, alimentando a “farsa” de que estes problemas serão resolvidos em 2018, quando não dá sinais de os querer resolver até 2019.​

Sara Madruga da Costa esteve esta manhã no Colégio dos Salesianos no Funchal, para falar dos desafios da Assembleia da República e da importância da participação cívica dos jovens.

Explicando aos alunos o funcionamento da Assembleia da República, as funções e o papel de um deputado, a deputada referiu a importância da escola na cativação dos jovens para a participação cívica. “É fundamental incutir desde cedo nos jovens a consciência de que a resolução dos problemas que afetam a nossa rua, a nossa freguesia, a nossa Região e o nosso país passam por nós e por eles”.

Por isso entende ser prioritário aproximar a política dos cidadãos e promover a participação cívica dos jovens. “Servir a causa pública é defender o bem comum, é trabalhar para resolver os problemas que afetam as pessoas e para melhorar as suas vidas”, concluiu.