Pacote fiscal da Câmara do Funchal mostra que “não há desagravamento para 2018”, diz Rui Barreto

rui barreto
Rui Barreto diz que uma coisa é o discurso de Cafôfo, que diz haver desagravamento fiscal, outra é o pacote apresentado hoje e que expressa uma contradição. “Não há desagravamento fiscal”

O vereador do CDS-PP na Câmara Municipal do Funchal desmente declarações de Paulo Cafôfo, relativamente a um desagravamento fiscal. , Rui Barreto, em declarações à comunicação social no final da reunião da vereação, esta quinta-feira, desconstruiu a narrativa do presidente da autarquia afirmando que “O Orçamento para 2018 mantém a mesma carga fiscal de 2017″.

O vereador centrista pronunciou-se, assim, sobre a decisão levada à reunião pela atual gestão autárquica, o que, como refere Rui Barreto, acontece pela primeira vez esta decisão de submeter à vereação um pacote fiscal, que fixa as taxas de IMI iguais às de 2017, a derrama que é igual aos valores de 2017, IRS igual ao de 2017 e a taxa de direitos de passagem. Há uma grande contradição entre as declarações do senhor presidente da Câmara e este pacote, revelador de que não há, para 2018, qualquer desagravamento fiscal por parte do município funchalense”.