
Uma média de 66% na greve dos Técnicos Superiores das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica foi registada pelo SESARAM no primeiro dia de uma paralisação que decorrerá em todo o território português, com início no dia 2 de novembro de 2017 e término indefinido.
Os números dados a conhecer pelo Serviço Regional de Saúde apontam para o turno da manhã com 61%, dos 169 técnicos previstos, 103 aderiram à greve, e o turno da tarde: 71%, dos 99 técnicos previstos, 70 aderiram à greve.
Uma nota do SESARAM refere que de forma a minimizar os efeitos causados pela greve, “os utentes que necessitam de cuidados prestados por esta classe profissional, devem contactar previamente os serviços mencionados de modo a avaliar as condições da viabilidade do atendimento. Importa salientar que todas as situações urgentes estão a ser atendidas e os serviços mínimos salvaguardados”.
Mais de mil manifestantes aprovaram, esta tarde, um “MANIFESTO” pelas carreiras, pelos doentes e pelo Serviço Nacional de Saúde. Esse manifesto foi posteriormente entregue no Ministério da Saúde – frente ao qual os Técnicos Superiores das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica se manifestaram – e à Comunicação Social. No documento são denunciadas as iniquidades que se abateram sobre os TSDTs, os nossos serviços e os nossos doentes
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





