João Batista e Helena Moura orientam visita guiada a alunos do “Liceu” pelo centro histórico da cidade

Integrada no “Programa de Educação e Cultura para a Cidadania”, alunos das turmas do 10º e 11º anos de escolaridade do Curso de Ciências e Tecnologias da Escola Secundária Jaime Moniz efetuaram esta terça feira uma visita guiada por especialistas-investigadores, ao centro histórico do Funchal.

Estas ações de formação, dinamizadas pela Coordenação das Atividades de Complemento e Enriquecimento Curricular da ESJM, têm por objetivo fundamental “dar a conhecer a especificidade da geodiversidade e do património geológico, interligando o ensino das ciências da natureza, da história e da arquitetura, numa perspetiva de cultura, turismo e ambiente.”

Para além da explicação detalhada dos aspetos geológicos, geográficos, geomorfológicos, hidrográficos e toponímicos singulares, os participantes puderam receber um ‘desdobrável’ com as indicações do percurso desta visita, de entre os quais, ao núcleo histórico de Santa Maria Maior, ao Núcleo Histórico da Sé.

Sendo uma importante oportunidade para a ampliação dos conhecimentos dos alunos como complemento e enriquecimento aos vários conteúdos de estudo, alguns dos quais, transversais aos vários saberes, estas atividades, no âmbito de uma Educação para a Cidadania, são também um contributo imprescindível à sensibilização para a importância da preservação e conservação do património natural e do património cultural.

A visita foi orientada pelos professores João Baptista e Helena Moura, a quem a Coordenação, representada pela docente Vanda Martins, agradece as “pertinentes contribuições generosamente oferecidas a todos os participantes, como um complemento e enriquecimento às suas aprendizagens em diversos campos do saber e a uma mais plena experiência do sentido de uma Cultura de Cidadania partilhada da qual fazemos parte e nos une numa história comum, como fator de coesão e identidade”.

Recorde-se ainda, que de entre as várias prioridades da Agenda Cultural Europeia 2015-2018, continua a constar a do Turismo Cultural Sustentável, bem como a necessidade de trazer às gerações mais novas também esta “causa” do património cultural, em intrínseca conexão com a necessidade urgente de defesa e preservação da nossa Casa Comum.

A Coordenação promoverá mais ações desta relevância com alargada a participação a um público ainda mais vasto, não só numa perspetiva de enriquecimento cultural, mas também de “promoção da atividade física, da saúde e do bem-estar”.

Em suma, realça a nota à imprensa, “do ponto de vista educativo estas ações assumem especial relevância não só para reforçar a importância do património natural e do património cultural, mas também como um novo estímulo e incentivo para a criação de estratégias inovadoras educativas de formação e de desenvolvimento de competências, condição fundamental para a valorização das boas práticas e de atitudes positivas face aos outros e à realidade envolvente”.