Está no centro da polémica. Já passou pela Madeira. Neto de Moura começou a carreira em 1989. Esteve na Madeira entre 1996 e 2000. Começou no Tribunal da Comarca de São Vicente e no Tribunal da Comarca da Ponta do Sol.
Trabalhou no Tribunal de Círculo e na Vara Mista. Foi ele que, por exemplo, condenou o ex-presidente de Santa Cruz, Luís Gabriel.
Luís Gabriel foi condenado, em Fevereiro de 2000, a 5 anos e meio de prisão pela prática dos crimes de peculato, burla agravada e falsificação de documentos.
Para além da pena efectiva de prisão, o colectivo de juízes do Tribunal de Santa Cruz, então presidido por Neto Moura, aplicou a Luís Gabriel uma pena acessória de impedimento do exercício de qualquer cargo público por um período de 3 anos.
Regressou ao Continente e esteve na Comarca de Loures. Em 2010, foi promovido à Relação de Lisboa e passou a ser juiz auxiliar no Tribunal da Relação de Lisboa.
Desde 2013, está no Tribunal da Relação do Porto. Foi aqui que foi o relator do acórdão que está a indignar o país pelas referências à Bíblia e ao adultério.
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