
José António Castro, o candidato do movimento “Mais Porto Santo” não põe “panos quentes” nas palavras. Conhece a realidade da ilha e diz, sem “pestanejar” que “o Porto Santo, hoje, não tem segurança”. Considera mesmo que “é das plataformas que mais álcool vende e onde se vê crianças jogadas pela rua, às 6 e 7 da manhã, completamente embriagadas”. O que, em sua opinião, “é normal porque qualquer bar vende álcool a uma criança de 15, 16 anos”.
No período de maior afluência de turistas, o mês de agosto, a ilha sente alguma dificuldade para enfrentar situações que se circunscrevem a este período, mas que segundo o candidato “deveriam ser acompanhadas de medidas que pudessem corresponder à dimensão dos problemas. Não é isso que acontece, nem em matéria que tem a ver com a disponibilidade policial”. A este respeito, nova denúncia: “No dia 15 de agosto, a PSP tinha apenas dois elementos nas ruas do Porto Santo. E a culpa não é da polícia, mas sim de todo o processo de articulação, entre várias entidades, que deveriam estabelecer contingentes para o período de maior concentração de pessoas”.
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