
*Com Luís Rocha e Rui Marote
Cerca de mais de 6 horas após a tragédia que vitimou 12 pessoas no Monte, Paulo Cafôfo faz declaração neste momento. O presidente da Câmara Municipal do Funchal garantiu que estudou os dossiers e a árvore que caiu, um carvalho, em momento nenhum esteve sinalizada como árvore em perigo de queda”.
Paulo Cafôfo esclareceu também que, em momento algum, deu entrada na CMF quaisquer reclamações ou queixas para proceder à limpeza, nem da Junta de Freguesia do Monte nem de cidadãos particulares. Todos os pedidos entrados na CMF dizem respeito à limpeza de plátanos no Monte e não um carvalho, nem a árvore caída estava amarrada em cabos.

Embora não o tivesse mencionado explicitamente, o carvalho estava localizado em terreno privado – propriedade da Diocese do Funchal – e tratava-se de um carvalho sobranceiro ao Largo da Fonte.
Paulo Cafôfo não quer alimentar polémicas com o Governo Regional, diz que não foi convidado a estar presente na conferência de imprensa do GR e que, sim, foi convidado pelo Presidente da República a acompanhá-lo na visita ao Monte.
O autarca enumerou várias intervenções de limpeza de ramagens no Monte, até com grua telescópica, e desde 2014, a autarquia já abateu 11 árvores no Monte.

Paulo Cafôfo expressa condolências às vítimas, mostra-se disponível para prestar toda a ajuda necessária e garante que deu ordens no sentido de mandar fazre uma peritagem técnica.

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