De acordo com informações do edil do Funchal, Paulo Cafôfo, a principal deliberação da reunião de câmara hoje foi a aprovação, para ser submetido à Assembleia Municipal, de um documento que reputa de “importantíssimo para o futuro da nossa cidade”, nomeadamente a operação de reabilitação urbana.
Cafôfo garantiu que é defensor da mesma, mas que esta precisa de incentivos. Para isso, já há três anos foram definidas as zonas históricas onde quem quiser pode concorrer a apoios para a reabilitação de edifícios, num programa denominado “Cidade com Vida”.
Face ao que têm sido os investimentos privados, disse Cafôfo, a CMF vai agora também assumir uma parte do investimento necessário para a reabilitação urbana, para, “além de reabilitar o edificado, criar novas acessibilidades e qualificar o espaço público da cidade”.
Esta operação está avaliada em 71 milhões de euros.
Citou, a respeito, “zonas camufladas” da cidade, como o bairro dos Frias ou do Paiol, ou o dos Moinhos, bairros tradicionais, “que estão completamente esquecidos”.
A partir de agora, disse, há um instrumento para poder efectuar melhorias na cidade sem comprometer a sua identidade secular.
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