
O atendimento no Centro de Desenvolvimento da Criança, uma unidade que funciona ligada ao Serviço de Pediatria do SESARAM, deixou hoje muitas crianças e pais literalmente desnorteados e à beira de “um ataque de nervos”.
Uma das mães fez o relato ao FN. Acompanhada de um dos filhos menor, ficou retida no Centro, desde as 09h00 até cerca do meio dia, sem saber se o médico chegaria para a consulta ou não.
Da parte do secretariado, a mesma resposta a repetir-se durante horas: ninguém tinha qualquer informação pelo que a espera, ainda que demorada, seria a alternativa óbvia.
A confusão era “total”, numa sala cheia de bebés e crianças pequenas, conta esta utente, também ela inconformada com a situação.
Ao que mais tarde foi apurado, tudo se terá devido à greve dos médicos que hoje foi agendada. A utente que contactou o FN opina: “Não coloco em questão o direito de os médicos fazerem greve e, se são lesados, justifica-se o seu protesto. A minha questão é a de saber quando é que devem informar os utentes de que o médico não virá? A partir de quanto tempo, após o início da hora de trabalho, é que os médicos têm falta?”
Como se não bastasse a demora no Centro, com a exasperação de mãe e filho, “a cereja no topo do bolo” viria a seguir: a conta bem alta a pagar no famoso parque de estacionamento do Hospital Dr Nélio Mendonça.
A utente saiu sem consulta, sem informação e com os bolsos mais vazios com a conta do parque.
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