Veleiro arruma a casa na marina antes de regressar ao mar

Fotos FN.

Há casas flutuantes e itinerários sempre por demandar. O oceano não tem limites e o lar transforma-se numa espécie de casca de noz que flutua ao sabor das águas ora agitadas ora cálidas. Quando avistam terra, o resultado é os que as imagens documentam. A “casa” é arrumada junto à marina, sem preconceitos ou reservas.

Um diversidade de objetos familiares a uma intimidade doméstica fica temporariamente em exposição, ante os olhares dos turistas que se passeiam pela Praça do Povo. Os bordos do veleiro convertem-se em práticos e eficazes estendais num colorido inusitado.

Ninguém leva a mal, mas as objetivas dos turistas vão registando momentos feitos de uma maresia a perder de vista, de um afiteatro que delicia o forasteiro e de alguns detalhes domésticos que merecem reparo, mas tudo justificado com a vida de eternos navegantes. Cada porto um recomeço constante.

 


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