O MPT-Madeira emitiu um comunicado no qual considera que, “depois da vinda do Primeiro-Ministro à Madeira, com a tal agenda escondida”, os eleitores do concelho de Santa Cruz “estão a ser ludibriados pelo actual elenco, que pouco tem feito e cujas únicas preocupações foram diminuir a dívida da Câmara, acabar com uma exploração agrícola, meter uma série de processos aos anteriores autarcas, sem resultados e uma série de estudos e auditorias que têm consumido uma fortuna de dividendos económicos à autarquia (…)”.
O MPT garante que existem muitas coisas por fazer, especialmente no que toca ao apoio à agricultura, artesanato e à projecção do turismo. O concelho de Santa Cruz tem de deixar de ser visto como um “dormitório”, reclama o partido, que quer criar “outras dinâmicas e outros pólos de atracção”. Em Santa Cruz, afirma o partido, as zonas altas e a sua população foram completamente abandonadas.
O Movimento Partido da Terra assegura que “o desnorte do JPP é tão grande que após terem reunido com o Primeiro-ministro, vieram a público dizer que o apoio à coligação do Funchal era voluntariosa, quase inocente, até porque não pediram nada em troca. Esta situação é tão vergonhosa e ridícula ao ponto de ninguém perceber como é que um Partido (JPP) com 4 deputados não tem capacidade para concorrer sozinho à maior Câmara da Região (…)”. Para o MPT, isto demonstra fragilidade e falta de confiança para concorrer a determinados círculos eleitorais.
O MPT continua a apelar fortemente ao eleitorado de Santa Cruz para que vote neste partido nas próximas eleições autárquicas.
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