PSD-M em “nova fase de desenvolvimento” mostra candidatos para “vencer a maioria das câmaras”

Rubina BBB
O anúncio de Rubina Leal candidata do PSD-M à Câmara do Funchal, cujo nome foi ratificado pela Comissão Política de hoje, juntou manifestações de apoio na sede do partido.

A Comissão política do PSD-Madeira, reunida esta noite, aprovou os candidatos do partido à liderança das câmaras municipais da Região, nas eleições autárquicas deste ano, sendo ratificados os nomes de  Roquelino Ornelas (Santa Cruz), de João Gabriel Caldeira (Santana), de Rui Nélson Rodrigues (Porto Moniz), de Virgílio Pereira Ganança (Ponta do Sol), de Nivalda Gonçalves (Ribeira Brava), de Idalino Vasconcelos (Porto Santo) e de Rubina Leal (Funchal), depois do mesmo já ter acontecido, na Comissão Política de 2 de fevereiro, no que toca aos candidatos Carlos Teles (Calheta), Pedro Coelho (Câmara de Lobos), Ricardo Sousa (Machico) e do apoio a José António Garcês (São Vicente).

Nesta reunião da estrutura partidária, o PSD-M apontou os objetivos para estas eleições, ou seja, concorrer a todos os orgãos autárquicos através de listas próprias – sem prejuízo do estabelecimento de alianças, de coligações ou do apoio a candidaturas independentes, desde que resultem de estratégias definidas a nível local”. A máquina “laranja” quer vencer a maioria das câmaras municipais e conquistar a presidência da Associação de Municípios, consolidando e reforçando a maioria das juntas de freguesia e manter a presidência da ANAFRE”. O PSD-M reafirma, assim, o propósito de ser o partido na Região “com mais mandatos autárquicos”.

Num comunicado emitido no final da reunião, o partido diz que entrou numa nova fase do seu desenvolvimento. “Após a infra-estruturação do território e a criação de equipamentos sociais – o que implica o desenvolvimento de políticas que ampliem a qualidade de vida das famílias, a defesas de um urbanismo de qualidade, a consolidação da nossa identidade, cultura e património, a gestão eficiente dos recursos disponíveis, a tomada de decisão fundamentada no conhecimento, o cumprimento do princípio da subsidiariedade política e o reforço dos instrumentos de participação democrática dos cidadãos e demais instituições da sociedade civil”.

O PSD-M diz que este novo ciclo autárquico “proporciona ainda um conjunto de oportunidades único para o processo de desenvolvimento regional que o PSD/Madeira quer realçar:  a criação de executivos locais de proximidade, com o aprofundamento da democracia participativa e dos mecanismos da boa governação; o combate às assimetrias locais, com a promoção da coesão territorial e social sustentável; o crescimento inteligente, realçando as especificidades locais e valorizando as particularidades individuais; a criação de ambientes amigos do investimento, capazes de dinamizar as economias locais e a economia regional; a valorização dos recursos ambientais e naturais, condição imprescindível para o crescimento sustentado da Região; a consolidação do cidadão como centro de toda a iniciativa política, reforçando o cariz social das acções públicas; o desenvolvimento de zonas e de cidades inteligentes fundamentadas nas novas tecnologias e na informação a cidadãos e empresas.”